Arrebatamento da Igreja - CMM - Juiz de Fora

Ministérios Alternativos - Ministério de Capelania Institucional - Instituiões Penais e FEBEM


Estive preso e não me visitastes - FEBEM

Amar ao próximo é uma Lei, respeite-a! O presidiério é antes de tudo um ser humano.

A Capelania Carcerária Cristã Evangélica não tem por instrumento precípuo inspecionar ou fiscalizar os presídios, tornando-se os olhos, os ouvidos e a boca dos detentos para denunciar qualquer irregularidade, antes, temos o propósito de libertar os cativos do diabo mediante o ensino da Verdade, através da legítima pregação do Evangelho do Reino de Deus. Está escrito:
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Ensinando-os a guardar as coisas que vos tenho mandado e eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século, amém (Mt 28:19,20)

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (Jo 8:32,36).


O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados;
Eapregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram (Is 61:1,2)
A Igreja é o instrumento através do qual ‘o Senhor Deus liberta aqueles que estão presos em grilhões’ (Sl 68:6).
Não somos fiscais, todavia o acesso regular dos cristãos aos estabelecimentos prisionais sensibilizam as autoridades e produz um efeito positivo na prevenção e diminuição dos abusos aos direitos humanos; e torna saudável a relação entre presos e agentes penitenciários.

A posição da Igreja Cristã Evangélica no Serviço Carcerário é completamente distinto da Pastoral Carcerária da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que através dos padres, inspecionam e fiscalizam as condições e o tratamento aos presos, medeia questões e negociam durante rebeliões; e, jamais lhes anunciam o Verdadeiro Evangelho que é o Poder de Deus para libertar os cativos.

Embora a Lei de Execução Penal (LEP) e a Constituição do Brasil em seu Artigo 5º-III: ‘É assegurada nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva’, garantem assistência aos detentos, nem sempre o acesso é pleno aos presídios. Várias autoridades e funcionários às vezes embargam o serviço por várias alegações e o melhor caminho para resolver a questão é a oração e o diálogo cordial.
A sociedade grita por socorro e Deus está perguntando: ‘quem há de ir por nós, a quem enviarei?’

Você é candidato para cruzar os portões dos presídios e da FEBEM e levar Boas Novas para os cativos do diabo?

A superpopulação Carcerária é um crônico problema que aflige o sistema prisional no Brasil, estima-se hoje um déficit na capacidade instalada de presídios na ordem de 96.000 vagas aproximadamente.
A superlotação gera conflitos gravíssimos, tensões, violências, tentativas de fugas, agressões mútuas, ataques a guardas, rebeliões e projeção de crimes sobre a sociedade através de facções, greves de fomes e outras formas de protestos que instabilizam os presídios e a sociedade.

A superpopulação gera sujeira, mal odor, ratos, insetos, infestações, más condições de vida, reflete a decadência social e gera situações desumanas insuportáveis. O Estado de São Paulo vive hoje um terrível e incerto drama por causa da falência do Sistema de Segurança Pública. A pressão não é restrita às Penitenciárias, mas toda a sociedade vive a síndrome da explosão e caos incontroláveis. Uma convulsão estranha ameaça populações inteiras.

Há poder no Sangue do Cordeiro.Jesus Cristo é o Senhor! Precisamos orar sem cessar.

Muitos Pastores e Líderes Evangélicos pensam que o problema da Política de Segurança Pública é apenas do Poder Público, isto é uma tremenda ignorância, um erro gravíssimo pelos quais todos nós temos sofrido. A Igreja precisa laborar para que haja paz e prosperidade na cidade.
A Igreja Cristã como Instituição de Deus na terra tem respostas a curto, médio e longo prazo para resolver grande parte do problema da Segurança Pública e das Instituições Carcerárias e da FEBEM, porém falta entendimento e consciência de causa de grande parte dos Líderes Cristãos. Tem Líder Cristão que nunca cruzou os portões de um Presídio ou da FEBEM e jamais formulou programa para os internos das casas de detenção.

O amor a Deus e ao próximo devem comandar nossos atos espirituais. Se olharmos para os detentos não pregaríamos o Evangelho para ninguém porque todos pecaram.

Uma política de evangelização e discipulado concreta e objetiva causaria um impacto irreversível na vida das autoridades judiciárias, na vida dos detentos e em suas famílias e por conseguinte em toda a sociedade.

A Igreja é cidadã de duas pátrias, logo é preciso cuidar dos interesses do Reino dos céus sem abandonar os homens na terra. Jesus Cristo e os Apóstolos combinaram bem esta questão. O Evangelho não é só para levar o home para o céu, mas é para trazer o céu para os homens também.

Se a Igreja de Cristo orasse, jejuasse e cruzasse os muros das Penitenciárias e da FEBEM, muitos daqueles edifícios seriam transformados em escolas, hospitais, centros comunitários, creches, sítios, clubes e outros, e muitos homens deixariam de ser escravos do diabo e seriam transformados em filhos e servos do Deus Altíssimo.
Você pode achar isso utopia, porque certamente você nunca orou por um presidiário, nunca calçou o seu sapato, nunca vestiu a sua roupa, nunca se interessou por ele, nunca jejuou ou lhe proclamou as Boas Novas, nunca preocupou-se com a sua causa e com a sua família.

Quem sabe você jamais pensou que a última criatura (Mc 16:15) pode ser um detento, ou mesmo a plenitude dos gentios (Rm 11:25), sem a qual não se dará o Arrebatamento da Igreja.
Muitos cristãos enfiam a cabeça na areia como avestruz achando que podem eximir-se de toda e qualquer responsabilidade. Não! Não! Não! Você é responsável por toda criatura.

O Serviço de Capelania Carcerária interrompe sem força e sem violência o crime organizado pelo poder do Espírito Santo, uma vez que o detento recebe a Jesus Cristo o elo de ligação com as trevas é destruído, e o Sangue de Cristo flui e aproxima os homens de Deus e afasta-os do diabo.

O presidiário também é uma vítima do diabo, aquele que veio para roubar, matar e destruir (Jo 10:10) e como criatura precisa de espaço físico adequado, com instalações saudáveis, roupas de cama e vestuário, alimentação, água e higiene, assistência médica, assistência jurídica e assistência religiosa cristã. O presidiário detesta a sua condição de preso.
O presidiário antes de tudo é uma criatura que precisa de Jesus Cristo, precisa de perdão, precisa de amor, precisa de restauração, precisa de oportunidade, precisa da Igreja, precisa de nós. Precisa encontrar com a Verdadeira Vida: Jesus Cristo.

Quero em Nome de Jesus Cristo exortar em amor a todos os Líderes Evangélicos e suas respectivas Congregações a alcançar este vasto território missionário composto por cerca de 170.000 homens e quase 10.000 mulheres presos neste imenso Brasil, se estivermos atentos e envolvermos suas famílias e amigos e os funcionários da estrutura prisional podemos alcançar mais de 2.000.000 de pessoas com o Evangelho. Toda Congregação Cristã Evangélica precisa ter uma política evangelística voltada para o cárcere e para a FEBEM.

Jesus Cristo exorta à Sua Igreja para cuidar dos presos, porque Ele também foi preso e maltratado até à morte e morte de cruz; muitos filhos de Deus sofrem prisões. Está escrito:
Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados. (Hb 13:3)
Com relação à Capelania Institucional aos necessitados, aos enfermos, aos estrangeiros, aos famintos e aos presos Jesus Cristo é intransigente no sermão profético onde Ele fala sobre a Vida Eterna e o castigo eterno (Mt 25:31-46).
Amado Irmão, estamos às vésperas do Arrebatamento da Igreja e com vistas a (Mt 25:31-46) que retrocitamos eu quero te encorajar a ‘fazer a obra de Deus enquanto é dia, porque vem a noite, quando ninguém pode trabalhar’ (Jo 9:4).

A Capelania Carcerária é um ato de Misericórdia. Nós do Ministério Comunidade Missionária Mundial - CMM desenvolvemos uma profícua Capelania Carcerária na Penitenciária de segurança máxima Professor Ariosvaldo Campos Pires e no CERESP e na Casa do Albergado em Juiz de Fora cooperando com Deus para o resgate das almas, com a sociedade buscando ressociabilizar os homens e consolar os familiares enquanto ajudamos as instituições. Gostaríamos de receber as suas orações e ajuda para prosseguirmos nessa obra em Nome de Jesus Cristo.

 


Neste site apresentamos nossa preocupação como cristãos genuínos em expor todo o conselho de Deus aos homens, e nesta oportunidade apresentaremos o Ministério de Capelania Institucional com o objetivo de desafiar aos humanos de boa vontade e de bom coração a ultrapassarem as fronteiras das Penitenciárias, da FEBEM, dos Centros de Recuperação de Dependentes Químicos, dos Manicômios, Nosocômios e Leprosários, dos Asilos, das Creches e Orfanatos; e, dos Portões dos Necrotérios e Cemitérios.
Antes de abordarmos o Serviço Espiritual da Igreja de Cristo prestado ao cidadão total (espírito, alma e corpo) vamos apresentar o pensamento de Deus sobre cada assunto e buscar dEle o caminho a seguir.



Quanto aos criminosos Deus disse:
Faze cadeia, porque a terra está cheia de crimes de sangue, e a cidade, cheia de violência. (Ez 7:23)

Está escrito:
Disse mais o SENHOR a Moisés:
- Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando passardes o Jordão para a terra de Canaã,
- Escolhei para vós outros cidades que vos sirvam de refúgio, para que, nelas, se acolha o homicida que matar alguém involuntariamente.
Estas cidades vos serão para refúgio do vingador do sangue, para que o homicida não morra antes de ser apresentado perante a congregação para julgamento. (Nm 35:9-12)

Quanto à debilidade dos dependentes químicos, escravos dos vícios nos diz assim o Senhor
Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos. (Rm 15:1)
Pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor. (2Pe 2:19.b)

Quanto aos doentes e enfermos assim diz o Senhor:
Por que haveis de ainda ser feridos, visto que continuais em rebeldia? Toda a cabeça está doente, e todo o coração, enfermo e fraco.
Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas podres e inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo. (Is 1:5,6)
E, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus.
Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai. (Mt 10:7,8)

Quanto aos desamparados e rejeitados (órfãos, viúvos, crianças abandonadas, velhos) está escrito:

Pôs longe de mim a meus irmãos, e os que me conhecem, como estranhos, se apartaram de mim.
Os meus parentes me desampararam, e os meus conhecidos se esqueceram de mim.
Os que se abrigam na minha casa e as minhas servas me têm por estranho, e vim a ser estrangeiro aos seus olhos.
Chamo o meu criado, e ele não me responde; tenho de suplicar-lhe, eu mesmo.
O meu hálito é intolerável à minha mulher, e pelo mau cheiro sou repugnante aos filhos de minha mãe.
Até as crianças me desprezam, e, querendo eu levantar-me, zombam de mim.
Todos os meus amigos íntimos me abominam, e até os que eu amava se tornaram contra mim. (Jó 19:13-19)
A resposta para o exercício do Ministério de Misericórdia e Capelania Institucional está em (Mt 25:31-46):
Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória;
E todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas;

E porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda;
Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes;
Estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.

Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?
E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?
E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar?
O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.
Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;

Sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me.
E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?

Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.
E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna. (Mt 25:31-46)

Veremos a seguir caminhos estabelecidos por Deus:
Capelania em Instituições Penais e FEBEM:

Estas poucas porções das Escrituras Sagradas revelam a necessidade e a grandiosidade do Ministério de Capelania na prestação de serviços espirituais a pessoas em condições de restrição.

No Brasil existem cerca de 170.000 detentos reclusos em aproximadamente 512 prisões, milhares de delegacias e outros estabelecimentos prisionais.
O Brasil ocupa o 10º lugar em sistema penal do mundo, embora o seu índice de encarceramento, isto é, a razão preso-população é moderada, cuja taxa é de 108 presos por 100.000 habitantes.

O mundo inteiro passa por uma escala de crime e corrupção sem precedentes; em todos os níveis, desde os Poderes Executivos, Legislativos, Judiciários e Moderadores; e, com o Brasil não é diferente. É o que Jesus Cristo chama de ‘irreversível mistério da injustiça que opera para dar posse ao iníquo, ao anticristo que virá segundo a eficácia de satanás’ (2Ts 2:7-9).

Uma população carcerária de 170.000 pessoas constitui um magnífico campo missionário acerca do qual a Igreja de Jesus Cristo deveria estar fazendo pesados investimentos e preocupada em alcançá-lo por meio do Evangelho de Jesus Cristo.

Amar, educar e viabilizar realizações é mais nobre do que encarcerar.

O Artigo 3º da Declaração dos direitos Humanos diz que: ‘Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal’; porém no item 1 do Artigo 29º está escrito: ‘O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade’.

O direito de alguém não pode ser exercido contrariando os direitos de outrem, portanto o sistema prisional é um instituto de direito para garantir o direito enquanto busca reeducar e ressociabilizar aquele que viola o direito dolosa ou culposamente.

Faze cadeia, porque a terra está cheia de crimes de sangue, e a cidade, cheia de violência. (Ez 7:23)
A Constituição do Brasil de 1.988 tem garantias explícitas para a população encarcerada onde é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral e o direito à assistência religiosa.

Há poder no Sangue do Cordeiro! O Sangue fará expiação pelo pecado.

A Lei de Execução Penal (LEP) de 1.984 reconhece o direito dos presidiários garantindo-lhes substantivos de assistência médica, jurídica, educacional, social, material e religiosa, tendo o sistema de detenção não como organismo de punição, mas de reeducação e de ressociabilização dos condenados.

Os Estabelecimentos Prisionais do Brasil estão classificados em várias categorias, a saber: Presídios de Segurança Máxima, Penitenciárias, Cadeias Públicas, Cadeiões, Casas de Detenção, Distritos e Delegacias Policiais, conforme a Lei de Execução Penal – LEP, tais estabelecimentos são administrados pelas Regras Mínimas para o Tratamento do Preso no Brasil, constituídas por 65 artigos.

A Igreja de Cristo tem a missão de libertar os cativos e por em liberdade aos presos de satanás. Está escrito:
Para dizeres aos presos: Saí, e aos que estão em trevas: Aparecei.

Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente, e a presa do tirano fugirá, (Is 49:9.a; 25.a)
Não são as cadeias de concreto e aço que aprisionam o homem, mas o pecado: satã.

O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; (Is 61:1)

A Lei de Execução Penal (LEP) classifica os estabelecimentos para presos em 3 categorias: Fechados (presídios); Semi-abertos (colônias agrícolas e indústrias) e Abertos (Casa do Albergado). Via de regra a Capelania Carcerária é efetuada na categoria prisional fechada.

A População Carcerária do Regime Fechado é extremamente carente, formada basicamente por jovens, pobres, de baixo nível de escolaridade. As pesquisas apontam que mais de 50% têm menos de 30 anos, 95% são pobres; 95% são do sexo masculino, cerca de 20% são analfabetos; não têm influência política, não conhecem seus direitos e não têm como livrar-se dos abusos.

Seja um instrumento Vivo do Espírito Santo na preparação da Igreja de Jesus Cristo para o Arrebatamento. Sede firmes e constantes, sempre abundantes na Obra do Senhor, porque o vosso trabalho não é vão no Senhor e ele traz consigo a recompensa (Ap 22:12) (1Co 15:58)

Visite a Comunidade Missionária Mundial. Instrumento vivo de Deus nas mãos do Espírito Santo para preparar a Igreja de Jesus para o Dia do Arrebatamento.
Rua: Sergipe nº 10 – Bairro: Manoel Honório – Juiz de Fora – MG – Brasil
Cultos: 3ª / 5ª feiras 19:30 hs e Domingos 09:00 hs e 19:30 hs

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